Seja cross-device, mobile ou vídeo, a programática pode otimizar os esforços em performance e branding, maximizando resultados e melhorando custos. E tudo isso é mais simples do que você imagina. Entenda melhor como a mídia programática pode ajudar sua marca a sofisticar seu plano de mídia e seguir o consumidor em todos os passos da sua jornada, que se torna cada vez mais complexa.

Publicado
Outubro 2015
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    Se você ainda não ouviu falar dela, certamente ouvirá, e muito. Seja qual for o dispositivo ou veículo em que esteja conectado, ela está presente. A programática é responsável por juntar as pontas da oferta e da demanda de mídia digital em um processo otimizado de compra, capaz de gerar visualização e interação instantânea das marcas nos diversos micro-momentos que nós consumidores temos no universo digital. Engana-se quem pensa que ela é coisa do futuro. A programática é o agora, afirmou Adriano Henriques, head de Plataformas de Mídia do Google, durante o Think with Google Programmatic 2015, realizado neste mês no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), em São Paulo.

    Segundo Adriano, os consumidores estão demandando mais experiências customizadas que os permitam interagir com as marcas. Programática é, na verdade, um grande sistema de organização de dados, cujo conceito é perfeitamente aplicável ao cotidiano das empresas como forma de alavancar a estratégia de comunicação e marketing. Como? Utilizando os próprios dados. Para Nuno Guerreiro, head de Vendas para Audiência do Google, organizar o big data significa enxergar todas as iniciativas com a mesma lente, permitindo estar pronto para todos os desafios existentes e os que vêm por aí.

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    Qualquer meio que esteja conectado à rede com inventários disponíveis está ao alcance da compra programática. Como ressaltou Cristiana Braz, head de Contas Programáticas do Google para América Latina, isso inclui desde os meios mais tradicionais, como a mídia em buscadores (search) e os próprios displays em sites e vídeos, até formatos que ainda estão dando os primeiros passos na conexão com a internet, como a televisão, nos Estados Unidos. Já há casos de anúncios de televisão sendo negociados por meio de leilão via web, e não mais através dos métodos convencionais, como a venda por telefone, esclarece Cristiana.

    Programática também é branding, além de facilitar a compra de mídia digital, ela também assume um papel fundamental na construção das marcas. Com consumidores cada vez mais multitelas e multicanais, passar uma mensagem relevante para engajar experiências em um ambiente digital exige da sua campanha a capacidade de falar com a pessoa certa, na hora certa.

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    Nunca foi tão possível saber tanto sobre as pessoas conectadas, as marcas que elas se relacionam, como as consomem e ainda ter as ferramentas disponíveis para interagir nesse ecossistema.

    Mas toda essa disponibilidade de informação também pode se transformar em um caos se as marcas não souberem enxergar esse ambiente complexo e mensurar onde, quando e como o budget de suas campanhas está sendo gasto, afirma Bruno Bonfanti, executivo de conta da DoubleClick. Para ter uma visão completa dos investimentos e avaliar a qualidade dos resultados, é necessário mensurar todas as etapas da compra. Esse método é chamado de Attribution, que literalmente atribui valor a cada etapa de navegação do usuário, afinal o último clique não é o único a influenciar a compra ou a conversão.

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    Quer saber mais?

    Continue aqui com Think with Google Events 2015

    Foto: Luciana Aith